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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

CANTARES DE AMIGOS

O poema abaixo é do livro A soleira e o século, do meu amigo Iacyr Anderson Freitas

A MORTES QUANTAS

Outono preso entre vigílias.
O céu arde. A transparência
colhe o meio-dia.

Varejeiras esticam o horizonte
num varal invertido. Teu nome surge
com um infinito de zeros à esquerda,
em transfiguração.