Foi o Deonísio da Silva, o
irreverente, quem o apodou. Gostamos, e
até hoje não consigo me lembrar do Antonio Skármeta sem que o Núncio Apostólico
criado pelo Deonísio me venha junto. Aquele sorriso meio maroto por baixo do
bigode num rosto de bem nutrido, com a calva exposta e sem rebuço, realmente
caiu-lhe bem a alcunha.
Muitos de vocês devem estar
lembrados do Núncio Apostólico em Ribeirão Preto, como convidado de uma das
Feiras do Livro passadas. Comemos, bebemos, conversamos com o autor do
conhecidíssimo O carteiro e o poeta,
popularizado por filme homônimo. Pouca gente sabe, entretanto, que Antonio
Skármeta é um dos nomes de maior relevo da literatura chilena. Além de O carteiro e o poeta, são de sua autoria
romances como Não foi nada, A velocidade
do amor, As bodas do poeta, A garota do trombone, O baile da vitória e
outros, muitos outros.






