Sobre CAMILO CASTELO BRANCO, li muito mais sobre ele do que sua obra.
Foi assim, quando adolescente me recomendaram Amor de perdição. Paixão imediata e irrestrita. Simão e Teresa passaram a ser pessoas da minha família. Quando me tornei professor e entrava pelo Romantismo português, sem titubear: Amor de perdição.
Anos mais tarde, comecei a desconfiar: alguma coisa não estava certa. E percebi que um autor com mais de 260 livros não poderia ser conhecido apenas por um: Amor de perdição.
Fui atrás e consegui o Brasileira de Prazins. Confesso que não me empolgou tanto quanto seu antecessor. Muita personagem, muitos lugares, uma intriga política difícil de se entender com uma leitura apenas. Respeito o livro e reconheço sua importância, mas não conseguiu me empolgar.
Até que comecei a ler Amor de salvação, que terminei há dez minutos. Então, sim, só então consegui avaliar um pouco melhor o Camilo, de cujo estilo tanto falavam.
Foi assim, quando adolescente me recomendaram Amor de perdição. Paixão imediata e irrestrita. Simão e Teresa passaram a ser pessoas da minha família. Quando me tornei professor e entrava pelo Romantismo português, sem titubear: Amor de perdição.
Anos mais tarde, comecei a desconfiar: alguma coisa não estava certa. E percebi que um autor com mais de 260 livros não poderia ser conhecido apenas por um: Amor de perdição.
Fui atrás e consegui o Brasileira de Prazins. Confesso que não me empolgou tanto quanto seu antecessor. Muita personagem, muitos lugares, uma intriga política difícil de se entender com uma leitura apenas. Respeito o livro e reconheço sua importância, mas não conseguiu me empolgar.
Até que comecei a ler Amor de salvação, que terminei há dez minutos. Então, sim, só então consegui avaliar um pouco melhor o Camilo, de cujo estilo tanto falavam.
