No último domingo, 24/02/13, o grupo de leitura Dom Quixote reuniu-se para discutir o livro do mês: Veia Bailarina, do Ignácio de Loyola Brandão.
Não vai aqui um relatório exaustivo do que se constatou com a leitura, mas a opinião deste que vou escreve sobre pontos que lhe chamaram a atenção.
Não que fosse mero pretexto, a cirurgia, mas o autor vale-se da oportunidade para fazer um amplo balanço da vida brasileira, sobretudo da vida cultural do Brasil na época em que passou pelo terrível drama de descobrir-se aneurismático. A proximidade da morte, dizem, provoca tais balanços de maneira vertiginosa. Portanto, há uma articulação necessária e verossímil entre o tema principal e as digressões do autor.
Não vai aqui um relatório exaustivo do que se constatou com a leitura, mas a opinião deste que vou escreve sobre pontos que lhe chamaram a atenção.
Não que fosse mero pretexto, a cirurgia, mas o autor vale-se da oportunidade para fazer um amplo balanço da vida brasileira, sobretudo da vida cultural do Brasil na época em que passou pelo terrível drama de descobrir-se aneurismático. A proximidade da morte, dizem, provoca tais balanços de maneira vertiginosa. Portanto, há uma articulação necessária e verossímil entre o tema principal e as digressões do autor.



