A RAZÃO NÃO QUER, MAS O CORAÇÃO INSISTE
Pág. 31 - Agora a mulher do lenço me é imprescindível. Talvez todo esse escrúpulo de não esperar seja um pouco ridículo. Nada esperar da vida, para não arriscá-la; fazer-se de morto, para não morrer."
"(...) faz oito dias, quando registrei o milagre da aparição dessas pessoas; à tarde, tremi perto das rochas do oeste. (...) Voltei mais duas tardes: a mulher lá estava; comecei a achar que aquilo era a única coisa milagrosa; depois, vieram os dias aziagos dos pescadores, em que não a vi, do barbudo, da inundação, de reparar os destroços da inundação. Hoje à tarde..."
Pág. 32 - "Estou assustado; mas, com maior insistência, descontente comigo mesmo. (...) ...se demoram, malum signum: vêm me prender. (...)... prepararei uma explicação e os aguardarei não muito longe do bote, decidido a lutar, a fugir."
"(...) ... esperá-la nas rochas; a mulher, ao chegar, me encontraria absorto no pôr do sol; "
Pág. 31 - Agora a mulher do lenço me é imprescindível. Talvez todo esse escrúpulo de não esperar seja um pouco ridículo. Nada esperar da vida, para não arriscá-la; fazer-se de morto, para não morrer."
"(...) faz oito dias, quando registrei o milagre da aparição dessas pessoas; à tarde, tremi perto das rochas do oeste. (...) Voltei mais duas tardes: a mulher lá estava; comecei a achar que aquilo era a única coisa milagrosa; depois, vieram os dias aziagos dos pescadores, em que não a vi, do barbudo, da inundação, de reparar os destroços da inundação. Hoje à tarde..."
Pág. 32 - "Estou assustado; mas, com maior insistência, descontente comigo mesmo. (...) ...se demoram, malum signum: vêm me prender. (...)... prepararei uma explicação e os aguardarei não muito longe do bote, decidido a lutar, a fugir."
"(...) ... esperá-la nas rochas; a mulher, ao chegar, me encontraria absorto no pôr do sol; "