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quinta-feira, 1 de março de 2018

ENTREVISTAS QUE VOCÊ NÃO LEU

Esta coluna reúne entrevistas antigas de Menalton Braff. A que postamos hoje foi concedida a Heliodora, do site Cental 42.

Durante o Congresso Nacional de Escritores, em novembro de 2011, tive a satisfação de ser apresentada a Menalton Braff, por um amigo comum, Deonísio da Silva. Os dois são nascidos no sul do país, mas a vida levou, a ambos, para outros destinos. Deonísio há muito reside no Rio de Janeiro, e Menalton Braff hoje reside em Ribeirão Preto, e é responsável por um dos núcleos mais fortes da União Brasileira de Escritores nesta cidade, motivo pela qual foi sede do Congresso. Este ano também foi empossado como segundo vice-presidente da União Brasileira de Escritores.

Fui ao lançamento de seu livro, “Tapetes de Silêncio”, na livraria Martins Fontes da av. Paulista, em março deste ano. Tenho acompanhado e divulgado seus blogs, pois aprendo a cada leitura, e o que é bom deve ser divulgado. Por este motivo, convidei-o para esta

domingo, 11 de janeiro de 2015

DESCUBRA O BLOG DO MENALTON

Se você gosta de literatura, aproveite o domingão para "desbravar" o conteúdo atemporal do Blog do Menalton. Nas postagens diárias e nos links das barras laterais, você vai encontrar contos, crônicas, poemas, entrevistas, comentários e adaptações para vídeos.

Boa leitura!











terça-feira, 10 de abril de 2012

COM A PALAVRA MOACYR SCLIAR (MEMÓRIA)

A partir de agora, publicaremos neste blog uma seleção de entrevistas concedidas por escritores a programas de televisão. Para inaugurar a série, escolhemos MOACYR SCLIAR (entrevistado no progarma Roda Viva, da Tv Cultura).

As primeiras notícias que tive do Moacyr são de meu tempo de URGS. Eu entrava no curso de Economia e ele saía do curso de Medicina. Contato maior tive com seu primo Vladimir, que fazia Direito e era meu vizinho de prédio. Naquele tempo, já se falava do Moacyr e seus primeiros contos. Tive de calar por muitos anos (silêncio imposto pela "Redentora"), mas não perdi de vista o Moacyr. Muitos anos depois, ele foi o autor da orelha de meu primeiro livro publicado por uma editora. Meu padrinho? Nunca mais nos perdemos de vista, até que... Saudade do cavalheiro como poucos, que ele foi.