RETALHOS 2020 é uma série de vídeos gravados por Menalton Braff para apresentar os seus 26 livros já publicados (existem inúmeros outros ainda inéditos). O livro que Menalton nos traz hoje é um romance que tem versões impressa e digital.
Blog de Literatura do escritor Menalton Braff, autor de 26 livros e vencedor do Prêmio Jabuti 2000.
Páginas
- ALÉM DO RIO DOS SINOS
- AMOR PASSAGEIRO
- Noite Adentro
- O Peso da Gravata
- Castelo de Areia
- Pouso do Sossego
- Bolero de Ravel
- Gambito
- O fantasma da segundona
- O casarão da Rua do Rosário
- Tapete de Silêncio
- À sombra do cipreste
- Antes da meia-noite
- Castelos de papel
- A coleira no pescoço
- Mirinda
- A Muralha de Adriano
- Janela aberta
- A esperança por um fio
- Na teia do sol
- Que enchente me carrega?
- Moça com chapéu de palha
- Como peixe no aquário
- Copo vazio
- No fundo do quintal
- Na força de mulher
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sábado, 11 de julho de 2020
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
ESPIANDO POR DENTRO
Esta coluna reúne análises literárias escritas por Menalton Braff e publicadas, originalmente, em seu site.
Livro Analisado: A Paixão Segundo
G.H.
Modernismo
A Obra:
A paixão segundo G. H. veio à luz em 1964. Eis o que dizem
alguns críticos a seu respeito:
"Abre-se a Paixão segundo G. H. e lêem-se, em epígrafe,
estas palavras de Bernard Berenson: Uma vida completa pode acabar num
identificação tão absoluta como o não-eu que não haverá mais um eu para morrer.
E a obra toda é um romance de educação existencial. (...) O monólogo de G. H.,
entrecortado de apelos a um ser ausente, é o fim dos recursos habituais do
romance psicológico. (...) ... não há começo definido no tempo nem um epílogo
repousante... Há um contínuo denso de experiência existencial. (...)
Contrariamente a Eros, que se inflama só quando ascende à fruição do que é
belo, G.H. ultrapassa a repugnância que vem de um eu demasiado
domingo, 23 de outubro de 2016
ESPIANDO POR DENTRO
Esta coluna reúne análises literárias escritas por Menalton Braff e publicadas originalmente no site do escritor.

Livro Analisado: Ubirajara
Autor: José Martiniano de Alencar
A Obra
Ubirajara, que forma, com Iracema e O Guarani, o grupo dos
romances indianistas de Alencar, considerando-se o projeto literário de seu
autor, é o primeiro momento, a pré-história do Brasil. Apesar de ser um dos últimos
romances de José de Alencar, (publicado três anos antes de sua morte) retrata a
vida em um Brasil pré-cabralino. Toda a ação transcorre apenas entre índios das
tribos dos tocantins, araguaias e tapuias.
José de Alencar, nascido em 1929, praticamente viu também o
Brasil nascer. Herdeiro de senador, Alencar desde cedo teve os olhos voltados para
o país. Sua concepção de língua, para citar um exemplo, era de uma nacionalidade
altiva, soberana.
"Nenhum escritor teve em mais alto grau a alma
brasileira. E não é só porque houvesse tratado assuntos nossos. Há um modo de
ver e de sentir que dá a nota íntima da nacionalidade, independente da fase
externa das cousas... O nosso Alencar juntava a esse dom a natureza dos
assuntos, tirados da vida ambiente e da história local. Outros o fizeram
também; mas a expressão do seu gênio era mais vigorosa e mais íntima."
Machado de Assis, autor do parágrafo acima, foi dos poucos
críticos contemporâneos de Alencar que souberam aquilatar a importância e o espírito
da obra alencariana.
O Brasil, sua língua, suas idiossincrasias, seu povo, mas
sobretudo sua natureza: eis o objeto do amor de Alencar, sua preocupação, sua
matéria-prima.
Alfredo Bosi, a quem não faltam credenciais para discorrer
sobre o assunto, assim se referiu ao autor de Ubirajara:
"Para dar forma ao herói, Alencar não via meio mais
eficaz do que amalgamá-lo à vida da natureza. É
sábado, 20 de fevereiro de 2016
ESPIANDO POR DENTRO

Esta coluna reúne análises de textos literários preparadas por Menalton Braff e publicadas originalmente no site do escritor.
Preparação: Prof. Menalton Braff
A Obra
O Primo Basílio, é considerado seu segundo romance
realista.
Tema
Constituição moral da família na burguesia média de
Lisboa.
Figuras
Um caso de bovarismo.
Efabulação
Luísa é esposa de um engenheiro de minas, Jorge,
que tem de partir para o norte do país, onde deverá permanecer por longo tempo.
Mesmo cercada de amigos, Luísa sente a solidão, quando chega
do Brasil antigo namorado, seu primo Basílio. Protótipo do conquistador-barato,
Basílio dá em cima de Luísa, que acaba cedendo a sua insistência. Passam a
encontrar-se quase todas as tardes no Paraíso. Entediado logo depois da conquista,
Basílio começa a retirar-se. Os dois trocam algumas cartas, algumas das quais
caem nas
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
LEITURA DO MÊS
Prosseguimos a partir do segundo capítulo.
São apresentadas as principais relações sociais de Policarpo, ou seja, do Major Policarpo Quaresma, como era chamado, funcionário público.
Ricardo Coração dos Outros, violeiro e compositor de modinhas, mas principalmente os militares. Almirantes, generais e outras patentes.
"O general nada tinha de marcial, nem mesmo o uniforme que talvez não possuísse. Durante toda a sua carreira militar, não viu uma única batalha, não tivera um comando, nada fizera que tivesse relação com a sua profissão e o seu curso de artilheiro."
Postado por
Menalton
às
11:41
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