Mostrando postagens com marcador José de Alencar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador José de Alencar. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de maio de 2017

ESPIANDO POR DENTRO

A coluna "Espiando por dentro" reúne analises de livros elaboradas por Menalton Braff e publicadas originalmente no site do escritor.

Livro Analisado: Lucíola 
Autor: José Martiniano de Alencar


A Obra 

Lucíola é um romance que pertence ao grupo dos romances urbanos de José de Alencar. Retrata, no espaço, a corte, isto é, a cidade do Rio de Janeiro; no tempo, a contemporaneidade, ou seja, o início da 2ª metade do séc. XIX (1862): Brasil-Império.

Personagens

Lúcia - Bela mulher com cerca de 20 anos. Prostituta de luxo, arrasta atrás de si homens de várias idades e fortunas. Temperamento difícil, geralmente inexplicável. Por não se conhecer sua história,

terça-feira, 11 de abril de 2017

PÉ NA ESTRADA

Olá, pessoal,                                                                                                                                    
No dia 25 de abril, estarei visitando novamente a ETEC Ângelo Cavalheiro, em Serrana, para conversar com alunos do Ensino Médio que se preparam para o Vestibular. Nosso assunto, desta vez, será o romance Iracema, de José de Alencar. O encontro terá início às 18h na Biblioteca da escola.

Só para não gerar confusão: o encontro havia sido marcado inicialmente para dia 14, depois para dia 17 e finalmente foi transferido para dia 25.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

ESPIANDO POR DENTRO

Esta coluna reúne analises de livros elaboradas por Menalton Braff e publicadas originalmente no site do escritor.

Livro Analisado: Lucíola 
Autor: José Martiniano de Alencar

A Obra 

Lucíola é um romance que pertence ao grupo dos romances urbanos de José de Alencar. Retrata, no espaço, a corte, isto é, a cidade do Rio de Janeiro; no tempo, a contemporaneidade, ou seja, o início da 2ª metade do séc. XIX (1862): Brasil-Império.

Personagens

Lúcia - Bela mulher com cerca de 20 anos. Prostituta de luxo, arrasta atrás de si homens de várias idades e fortunas. Temperamento difícil, geralmente inexplicável. Por não se conhecer sua história,

domingo, 23 de outubro de 2016

ESPIANDO POR DENTRO

Esta coluna reúne análises literárias escritas por Menalton Braff e publicadas originalmente no site do escritor.

Livro Analisado: Ubirajara
Autor: José Martiniano de Alencar

A Obra

Ubirajara, que forma, com Iracema e O Guarani, o grupo dos romances indianistas de Alencar, considerando-se o projeto literário de seu autor, é o primeiro momento, a pré-história do Brasil. Apesar de ser um dos últimos romances de José de Alencar, (publicado três anos antes de sua morte) retrata a vida em um Brasil pré-cabralino. Toda a ação transcorre apenas entre índios das tribos dos tocantins, araguaias e tapuias.
José de Alencar, nascido em 1929, praticamente viu também o Brasil nascer. Herdeiro de senador, Alencar desde cedo teve os olhos voltados para o país. Sua concepção de língua, para citar um exemplo, era de uma nacionalidade altiva, soberana.
"Nenhum escritor teve em mais alto grau a alma brasileira. E não é só porque houvesse tratado assuntos nossos. Há um modo de ver e de sentir que dá a nota íntima da nacionalidade, independente da fase externa das cousas... O nosso Alencar juntava a esse dom a natureza dos assuntos, tirados da vida ambiente e da história local. Outros o fizeram também; mas a expressão do seu gênio era mais vigorosa e mais íntima."
Machado de Assis, autor do parágrafo acima, foi dos poucos críticos contemporâneos de Alencar que souberam aquilatar a importância e o espírito da obra alencariana.
O Brasil, sua língua, suas idiossincrasias, seu povo, mas sobretudo sua natureza: eis o objeto do amor de Alencar, sua preocupação, sua matéria-prima.
Alfredo Bosi, a quem não faltam credenciais para discorrer sobre o assunto, assim se referiu ao autor de Ubirajara:
"Para dar forma ao herói, Alencar não via meio mais eficaz do que amalgamá-lo à vida da natureza. É

terça-feira, 22 de março de 2016

ESPIANDO POR DENTRO

Esta coluna reúne analises de livros elaboradas por Menalton Braff e publicadas originalmente no site do escritor.

Livro Analisado: Lucíola 
Preparação: Prof. Menalton Braff
Autor: José Martiniano de Alencar


A Obra 

Lucíola é um romance que pertence ao grupo dos romances urbanos de José de Alencar. Retrata, no espaço, a corte, isto é, a cidade do Rio de Janeiro; no tempo, a contemporaneidade, ou seja, o início da 2ª metade do séc. XIX (1862): Brasil-Império.

Personagens

Lúcia - Bela mulher com cerca de 20 anos. Prostituta de luxo, arrasta atrás de si homens de várias idades e fortunas. Temperamento difícil, geralmente inexplicável. Por não se conhecer sua história,

sábado, 30 de janeiro de 2016

ESPIANDO POR DENTRO


Hoje vamos "espiar por dentro" a obra O GUARANI, de José de Alencar. As análises postadas nesta coluna foram publicadas originalmente no Blog do Menalton.

Livro Analisado: O Guarani

Preparação: Prof. Menalton Braff

A Obra 

O Guarani (1857) faz parte do grupo de seus romances nativistas (indianistas), ao lado de Iracema e Ubirajara. Estrutura Composto de quatro partes: Os aventureiros Peri Os Aimorés A Catástrofe

Cada uma das partes é formada por cerca de quinze capítulos, todos intitulados. (O romance foi publicado primeiramente em folhetins).

Personagens 

D. Antônio de Mariz - Fidalgo português, guerreiro com características de um cavalheiro medieval. Defensor dos grandes valores da civilização, como Honra, Justiça, Lealdade, Coragem. Tudo fazia por sua família, cuja defesa, ao lado da Fidelidade à coroa portuguesa, considerava como sua principal missão.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

QUESTÕES DE ESTÉTICA LITERÁRIA

Texto I


            Falei-lhe há pouco da excentricidade de certos aumentativos. Usa-se no Ceará um gracioso e especial diminutivo, que talvez seja empregado em outras províncias; mas com certeza se há de generalizar, apenas se vulgarize.

            Não permite certamente a rotina etimológica aplicar o diminutivo ao verbo. Pois em minha província o povo teve a lembrança de sujeitar o particípio presente a esta fórmula gramatical, e criou de tal sorte uma expressão cheia de encanto.