por Menalton Braff — publicado 22/03/2014 08:44
O passado é nebuloso e o futuro, imprevisível. Mas naqueles anos de 60, nós, os jovens, queríamos traçar os caminhos da humanidade com nossas próprias mãos. Romantismo? Pode ser, mas triste da sociedade cujo espírito romântico já morreu. São as utopias que nos movem e que nos fazem suportar o ramerrão de uma vida sem qualquer saída, sem ar que satisfaça a todos.
