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quinta-feira, 25 de abril de 2013

TEXTOS DE AMIGOS



O poema abaixo é do livro Corpo portátil, do Fernando Fiorese, poeta amigo de Juiz de Fora.

Note-se a estrofação típica do vilancete praticado no período da Poesia Palaciana, que precede o Classicismo. Coisa de quem conhece.

Tríptico do mar
1.
Já não há bestiários neste mar,
jornal aberto entre as sombrinhas
e aquelas ilhas, um poema épico
traduzido sem as entrelinhas.

domingo, 3 de março de 2013

POEMA INFANTIL

Meu periquito


Eu tenho um periquito verde

Que passa os dias gritando

Não sei do que tanto reclama

Se tem casa e comida de graça

Um dia quis ver mais de perto

Meu pequeno periquito verde

E enfiei a mão pra dentro da gaiola

Mas meu braço era muito curto

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

POEMAS INFANTIS


Meu sonho

Esta noite tive um sonho
Que é pra lá de misterioso.
Sonhei que andava entre as nuvens
Como um astro luminoso.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

POEMA INFANTIL (9)

Nas asas do vento

Descobrindo no céu azul
uma nuvenzinha branca
navegando alegre e franca
no sentido norte sul.

De longe decerto vinha,
da casa do nunca mais
nas asas dos vendavais
a garbosa nuvenzinha.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

POEMA INFANTIL

Minha família

Passei a noite contando estrelas

disse hoje cedo minha avó.

E ela não quis fazer poesia,

ela quis dizer que não dormiu.


E  eu perguntei só de curioso:

O que foi então aquele ronco

que essa noite ouvi em seu quarto?

Ela me olhou furiosa e disse:
Não seja malcriado, moleque!

sábado, 7 de julho de 2012

POESIA INFANTIL (6)

Tarde chuvosa

Justo agora
                 a gola
                 a bola
que eu ia jogar futebol!
Todo mundo me esperando
no campinho, eis senão quando
dó ré mi ré mi fá sol.


domingo, 17 de junho de 2012

POESIA INFANTIL

Meu jardim

Na frente da minha casa
Tomo conta do jardim
E as flores que nele nascem
Olham rindo para mim.

Os cravos me dão bom dia
Com sorriso de arlequim
Tão doce, tão perfumado,
Bem mais doce que um quindim.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

POESIA INFANTIL (5)

                  Tia Clô


                        Tia Clô é minha tia
                        a quem mais quero
                        Tia Clô
                        Não é única mas é única
                        tanto a quero, Tia Clô
                        Ela é linda
                                         mais que linda
                        toda beleza da flor

terça-feira, 20 de março de 2012

POESIA INFANTIL


Dona flauta

A flauta, cheia de si,                                      
aguarda o sinal da batuta.                   
É sua estréia na orquestra,                  
mas não treme nem tem medo,
sabe de cor a melodia.

O maestro pisca um olho
e o silêncio é instantâneo:
todos de olho na flauta.

segunda-feira, 12 de março de 2012

sexta-feira, 9 de março de 2012

POESIA INFANTIL (2)

Festa na floresta

Quando o grilo trila o apito,

é a festa que começa

e o vaga-lume luz seu lume,

sua luz verde piscante,

em cada canto da sala.


sábado, 4 de fevereiro de 2012

POESIA INFANTIL (1)

 Voando

Lá no Sul se diz pandorga
nome estranho, esquisito
como aspargo, expurgo ou sirgo.
De papel, do mais bonito,
navega no céu azul
no silêncio do infinito
e só um barbante a segura
às mãos de um menino aflito.