
O poema abaixo é do livro Corpo portátil, do Fernando Fiorese, poeta amigo de Juiz de Fora.
Note-se a estrofação típica do vilancete praticado no período da Poesia Palaciana, que precede o Classicismo. Coisa de quem conhece.
Tríptico do mar
1.
Já não há bestiários neste mar,
jornal aberto entre as sombrinhas
e aquelas ilhas, um poema épico
traduzido sem as entrelinhas.










