
"Em vão tentei transformar os gestos na crença de que havia uma imensidão onde me esperavas. Cheguei a ver-te canéfora esguia a sorrir-me sob o vulto hirto de um cipreste. Teu doce ungüento seria, então, o bálsamo de minhas mãos doridas. Em vão, porque no horizonte, o que estava escrito, era meu próprio eco fingindo-se de infinito."