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segunda-feira, 30 de abril de 2012

TRECHO DO TAPETE DE SILÊNCIO

“Abro a porta do quarto com os dedos da delicadeza, muito silencioso, e entro. Na penumbra mal reparo na Matilde. Ela ronca com suavidade, apenas uma respiração com som de ar entrando e saindo de seu corpo forte, bem saudável. Apesar de um neto, o corpo melhor do que de muita mocinha que anda por aí.”