Menalton Braff chegou aos 80 anos com 24 livros publicados,
vários prêmios, entre os quais um Jabuti, e muita coisa boa para relembrar.
Além disso, conquistou muitos amigos/admiradores
e alguns deles resolveram homenageá-lo com pequenos textos sobre sua obra,
que publicaremos a partir de agora.
vários prêmios, entre os quais um Jabuti, e muita coisa boa para relembrar.
Além disso, conquistou muitos amigos/admiradores
e alguns deles resolveram homenageá-lo com pequenos textos sobre sua obra,
que publicaremos a partir de agora.
Entre amigos, surgiu o exercício de cada um citar um grande poeta. Quando chegou a minha vez, fui enfático: “a minha preferida é a Lúcia!”. Ante olhares indagadores, expliquei: “a Lúcia faz poesia enquanto pensa. Enquanto raciocina.” E antes de perguntarem o que estava dizendo, elucidei a questão dizendo que Lúcia era a personagem de Pouso do Sossego, livro que acabara de ler de uma trilogia de Menalton Braff. Aí, veio a afirmativa esperada, inexorável: “Ah! Então o poeta é o Menalton, que a criou.” Pois é. Também acho. E dos grandes. Dono da melhor prosa poética a contar histórias da literatura brasileira contemporânea. Então, nestes 80, só me resta saudá-lo como se deve: Evoé, Menalton!

