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| Wolfgang Iser |
Foi só na década de 1960 que, sob a influência da fenomenologia husserliana, Iser e alguns outros teóricos desenvolveram a ideia de que o leitor, em suas circunstâncias, deve ser levado em conta como o destino de toda comunicação literária.
Já Antonio Candido, em famoso ensaio, afirmava que o círculo da literatura só se completa em um tripé: autor, obra, leitor.
