Em bate-papo na Ilha, escritor Menalton Braff afirmou que
enquanto houver sentimento, haverá literatura
Ilha Comprida - Com o auditório do Espaço Cultural Plínio
Marcos completamente lotado, o escritor Menalton Braff participou do bate papo com a população,
dentro do Viagem Literária – programa de incentivo à leitura da Secretaria de
Estado da Cultura em parceria com a Prefeitura. À platéia de diferentes idades,
Menalton afirmou que a literatura sempre evoluiu e vai continuar em
evolução.”Podemos dizer que enquanto
houver sentimento, haverá literatura”, disse.
Segundo o escritor, grandes nomes da literatura nunca exploram o incidental, o momentâneo
mas, sim, tratam de questões universais, que acontecem em qualquer parte do
mundo. Ao responder às diversas
perguntas da platéia, Menalton afirmou
que sua motivação para escrever vem do convívio com as pessoas, a conversa e o
debate com o público. “Com as pessoas que gosto e as pessoas que não gosto, o
que eu leio, tudo é matéria para um livro. Você bate tudo dentro do
liquidificador e escreve um livro”, afirmou.
Menalton Braff tem dezenove livros publicados, mais um no
prelo e um prêmio Jabuti na bagagem, conquistado em 2000, com a coletânea de
contos À sombra do cipreste. O autor dedica todo seu tempo a atividades
literárias. Já foi um dos finalistas da Jornada de Passo Fundo, em 2003; foi
também finalista do Jabuti em 2007, com o volume de contos A coleira no
pescoço, e em 2008, com o romance A muralha de Adriano. Este último ainda lhe
rendeu Menção Honrosa no 50º Prêmio Casa de las Américas (Havana), edição de 2009,
e posição entre os finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura. Acaba de
lançar O casarão da rua do Rosário pela Bertrand Brasil.
Mais informações sobre o autor podem ser obtidas no
http://www.menalton.com.br.
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