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Sinopse:
A muralha de Adriano é um romance
multi-vozes: ao lado de narrador em 3ª. pessoa, aparecem também como narradores
Verônica, Mateus e Anselmo.
Na primeira parte, A Estátua de sal, existem 6 capítulos
tendo como protagonistas as personagens acima. Cada capítulo está dividido em
duas partes: o presente – que tem como eixo o velório de Anselmo sob o ponto de
vista das três personagens alternadamente. A segunda parte do capítulo vai
tratar de algum aspecto do passado da personagem central da primeira parte.
Então, fica-se conhecendo alguma coisa do passado das três personagens a partir
de um encontro forçado no velório de uma delas.
Na segunda parte, Verônica, é a história dela que se
conhece por intermédio de sua voz.
Filha de um comerciante, dono de
supermercado, mais tarde de uma rede de supermercados. Contrariando o pai, vai
estudar arquitetura. São 10 capítulos em que a estudante de arquitetura vai ter
suas experiências com drogas e homossexualismo. Quando criança, tinha uma queda
pelo tio, Mateus, mas era um jogo infantil. Mais tarde torna-se uma espécie de
ninfeta, sexualmente sempre insatisfeita.
A terceira parte, Anselmo, vai ser contada em 12
capítulos pela voz do próprio. Filho de família pobre, consegue estudar e fazer
Direito. Envolve-se em política, elege-se vereador e seu primeiro emprego é
como chefe do departamento jurídico da rede de supermercados do pai de
Verônica. É um jovem ambicioso e sexualmente insaciável. O pai de Verônica, seu
patrão, trama a ligação dos dois.
Na quarta parte, Mateus, é ele também o narrador dos 11
capítulos. Quando jovem quis estudar
História, por causa de suas preocupações com o sentido das coisas. O irmão mais
velho, pai de Verônica, quer que ele estude administração para ajudar nos
negócios. Ele se recusa. Forma-se em História, casa e avisa o irmão que vai
seguir carreira acadêmica, por isso pretende fazer o doutorado na Inglaterra.
Os dois são os herdeiros do supermercado e o irmão mais velho propõe a divisão
dos bens, o que se dá com o esbulho do mais novo, Mateus. Na Inglaterra, Mateus e a esposa visitam a
muralha de Adriano, no norte do páis, e, simbolicamente, ultrapassam a muralha.
Uma das isotopias do romance são justamente as muralhas que nos armamos: sociais,
psicológicas, familiares, nacionais. A esposa de Mateus morre pouco antes de
terminado o doutorado. Ele volta ao Brasil e vai trabalhar em uma Universidade.
Na quinta e última parte, O bezerro de ouro, tem-se 11 capítulos
narrados em terceira pessoa, e agora a história vai ser contada a partir do
encontro dessas três personagens. Verônica acaba casando com Anselmo, que se
elege deputado estadual, promovido pelo sogro para cuidar dos interesses da
família (a rede de mais de dez lojas). Um dia a arquiteta Verônica surpreende o
marido na cama com uma empregada e volta para a casa dos pais. Verônica lê no
jornal um artigo do tio e lembra-se de telefonar para ele, pois está vivendo
uma crise emocional. Um dia os dois encontram-se e uma forte atração entre eles
começa a acontecer. O pai de Verônica desconfia do irmão, telefona para o genro
para que ele venha resolver sua situação familiar. Correndo a cento e oitenta
por hora, hábito seu, capota e morre na viagem. Volta-se ao velório inicial. Mateus
e Verônica dispersam-se do cortejo fúnebre e encontram-se longe dali. Na
estrada resolvem romper todas as barreiras e combinam viajar à Inglaterra para
pular por cima da muralha de Adriano.

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