O Grupo de Leitura Dom Quixote escolheu, para leitura do mês de agosto, o romance A máquina de fazer espanhóis, de Valter Hugo Mãe.
Devemos ainda algum comentário sobre as duas partes seguintes do Triste fim de Policarpo Quaresma.
Na segunda parte, depois do escândalo de seu requerimento para que o Brasil adotasse o tupi-guarani como língua oficial, Quaresma foi internado em um manicômio, onde ficou alguns meses. Libertado e aposentado compulsoriamente, sua afilhada Olga sugere que ele compre um sítio para se dedicar à agricultura, pois é cheio de ideias a respeito.
No sítio Sossego, Quaresma vai aos poucos descobrindo que não é só preguiça do caboclo a causa de seu atraso. Falta-lhe capital inicial para ferramentas, sementes, adubos, veneno contra a saúva. Descobre que as terras mais férteis do mundo, como acreditava, não dispensam um bom adubo. Sua consciência, paulatinamente, vai-se adequando à realidade. Termina esta parte com as notícias da Revolta da Armada.
Na terceira parte, Quaresma, que idolatra o Marechal Floriano, apresenta-se como voluntário para combater os almirantes e assume um posto de oficial, comandando um grupo de soldados. A guerra prolonga-se por vários meses, há mortes dos dois lados (terra e mar), até que, por fim, os insurretos são vencidos e centenas deles são feitos prisioneiros. Quaresma recebe a incumbência de guardar os adversários prisioneiros. Uma noite, um oficial governista aparece na prisão e, aleatoriamente, escolhe vários prisioneiros para serem executados como advertência aos insurretos.
Revoltado com os métodos desumanos do governo, Quaresma escreve um extenso relatório das coisas a que assistiu, esperando que Floriano tome providências. Mas a providência tomada é mandar Quaresma para o calabouço onde vai refletir sobre sua vida, a vacuidade do patriotismo ingênuo. E lá fica ele aguardando seu triste fim.
Devemos ainda algum comentário sobre as duas partes seguintes do Triste fim de Policarpo Quaresma.
Na segunda parte, depois do escândalo de seu requerimento para que o Brasil adotasse o tupi-guarani como língua oficial, Quaresma foi internado em um manicômio, onde ficou alguns meses. Libertado e aposentado compulsoriamente, sua afilhada Olga sugere que ele compre um sítio para se dedicar à agricultura, pois é cheio de ideias a respeito.
No sítio Sossego, Quaresma vai aos poucos descobrindo que não é só preguiça do caboclo a causa de seu atraso. Falta-lhe capital inicial para ferramentas, sementes, adubos, veneno contra a saúva. Descobre que as terras mais férteis do mundo, como acreditava, não dispensam um bom adubo. Sua consciência, paulatinamente, vai-se adequando à realidade. Termina esta parte com as notícias da Revolta da Armada.
Na terceira parte, Quaresma, que idolatra o Marechal Floriano, apresenta-se como voluntário para combater os almirantes e assume um posto de oficial, comandando um grupo de soldados. A guerra prolonga-se por vários meses, há mortes dos dois lados (terra e mar), até que, por fim, os insurretos são vencidos e centenas deles são feitos prisioneiros. Quaresma recebe a incumbência de guardar os adversários prisioneiros. Uma noite, um oficial governista aparece na prisão e, aleatoriamente, escolhe vários prisioneiros para serem executados como advertência aos insurretos.
Revoltado com os métodos desumanos do governo, Quaresma escreve um extenso relatório das coisas a que assistiu, esperando que Floriano tome providências. Mas a providência tomada é mandar Quaresma para o calabouço onde vai refletir sobre sua vida, a vacuidade do patriotismo ingênuo. E lá fica ele aguardando seu triste fim.

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