Molloy, de Samuel Beckett, foi o livro escolhido para ser lido no mês de abril.
Na primeira parte, o narrador é Molloy, que, pelo fluxo de consciência contínuo pode lembrar a Molly Bloom, do James Joyce.
O discurso é coloquial, com forte oralidade por algumas expressões que tornam o leitor interlocutor de Molloy. É uma história contada pelo protagonista ao leitor, tornado-o cúmplice do narrador.
Na segunda parte, Moran é o narrador. Ele é um agente e recebe a incumbência de investigar Molloy. Moran vive com seu filho e uma velha empregada com os quais tem relações conflitantes aos limites do absurdo. Há muito humor e ironia em ambas as partes. Moran prepara-se para partir em busca de Molloy. Mas a viagem não se inicia. Ele deve partir à meia-noite. Os motivos nunca são dados ou, pelo menos, quando dados são aparentemente ilógicos.
Na primeira parte, o narrador é Molloy, que, pelo fluxo de consciência contínuo pode lembrar a Molly Bloom, do James Joyce.
O discurso é coloquial, com forte oralidade por algumas expressões que tornam o leitor interlocutor de Molloy. É uma história contada pelo protagonista ao leitor, tornado-o cúmplice do narrador.
Na segunda parte, Moran é o narrador. Ele é um agente e recebe a incumbência de investigar Molloy. Moran vive com seu filho e uma velha empregada com os quais tem relações conflitantes aos limites do absurdo. Há muito humor e ironia em ambas as partes. Moran prepara-se para partir em busca de Molloy. Mas a viagem não se inicia. Ele deve partir à meia-noite. Os motivos nunca são dados ou, pelo menos, quando dados são aparentemente ilógicos.
