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segunda-feira, 7 de abril de 2014

PÉ NA ESTRADA



Hoje, 7 de abril, estive no Colégio Época Positivo de Serrana, a convite da professora Ana Paula, agachada ao lado da mesa, para conversar com os alunos do 7º ano, que leram meu romance juvenil Antes da meia-noite, que tive o prazer de autografar para eles.

A conversa foi muito interessante, com perguntas e observações bastante inteligentes.
Volto amanhã.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

CONVERSA COM ALUNOS

Ontem passei a manhã, agradável manhã, em companhia da Ana Paula, a professora e seus alunos do oitavo ano.  

Eles tinham acabado de ler meu romance juvenil A esperança por um fio e queriam saber quem tinha escrito essa história. Juntaram muitas perguntas, que escreveram em pedacinhos de papel, outras perguntas surgiram na hora, tudo na tentativa de saber mais como é isso de alguém contar uma história escrevendo, isto é, produzindo um livro. Do processo de criação até o produto final, o que eles tinham na mão, de tudo eles queriam saber.

Parabéns Cristina, a Diretora da Escola Época Positivo, de Serrana, parabéns Ana Paula, professora de português, e parabéns crianças. Vocês tiveram um comportamento exemplar, tanto em disciplina quanto em sede de conhecimento. Vocês me encantaram, e até agora, se encostar em mim, dou choque.  

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

UM FINAL

Meu romance juvenil tem um final aberto, o que provoca a indignação de muitos jovens acostumados com tudo pronto, espaços todos fechados. Essa indignação estava entre os efeitos pretendidos.

Pois bem, uma série (9º ano) da Escola Época-Positivo, de Serrana, leu o livro, e por proposta da professora Ana Paula, quem não estivesse satisfeito com o final que criasse um. A Natália Urenha, uma das alunas, com vocação para narradora, como verão, me mandou seu final, que segue abaixo.


O abrir de olhos
Peguei o gol mesmo, o caminho era curto, acredito que não terá polícia no caminho e segui até a rodoviária. Minha mãe entrou sorrindo no gol, nem uma daquelas broncas ela me deu. No caminho, foi logo dizendo:

- Artur, vamos a São Paulo nesse final de semana, seu pai vai começar a fisioterapia semana que vem, o médico fará alguns exames nele essa semana e disse que seria bom uma visita e nas seções da fisioterapia seria necessária nossa presença.
Não conseguia dar uma resposta a minha mãe, eu apenas sorria. O suor escorria na minha testa e me incomodava um pouco, todos aqueles pensamentos e o suor frio iam parando depois de receber a notícia, não estava acreditando, Eu ia ver meu pai, cara ! só consegui dizer:


-Claro, mãe, claro.