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sábado, 18 de maio de 2019

MENALTON CONVERSA COM PÚBLICO DE JARDINÓPOLIS

Na próxima quinta-feira, dia 23 de maio, Menalton participará de um bate-papo com o público em Jardinópolis, dentro da programação da I Semana "Livro, Leitura e Biblioteca" promovida pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Prefeitura  Municipal e  Câmara Municipal.

O evento será realizado no período de 20 a 25 de maio e reunirá palestras, oficinas em diversas áreas e apresentações teatrais. Além Menalton Braff, participarão do encontro os escritores Ignácio de Loyola Brandão e Marco Túlio Costa e a ilustradora Semíramis Paterno.

Acesse o site da Prefeitura de Jardinópolis para baixar a programação completa do evento.

quinta-feira, 30 de março de 2017

SAINDO DO FORNO

Título: Melhores Crônicas
Autor: Luís Martins
Seleção e prefácio: Ana Luísa Martins
Editora: Global

Lançamento: 6 de abril
Horário: 17h às 18h, durante a sessão dos acadêmicos.
Local: Academia Paulista de Letras
Endereço: Largo do Arouche, 312/324 , República

Com depoimento de Ignácio de Loyola Brandão

domingo, 25 de setembro de 2016

FIQUEM DE OLHO!

Está vindo por aí a versão digital do livro "Que enchente me carrega?", editado originalmente em ,
pela Palavra Mágica.
Fiquem ligados aqui no blog e em nossos perfis e páginas nas redes sociais.

E para matarem a curiosidade enquanto não sai o e-book, leiam a orelha da versão impressa, escrita por Ignácio de Loyola Brandão.

"Menalton Braff é uma bênção. Admiro este homem raro porque ele é uma estrela maior da literatura. Um escritor que escreve bem. Um homem que mudou o eixo de sua vida, se internou no interior e ali produz sua obra. Devo dizer, cria. Existir um escritor cuja preocupação é o texto, são as histórias, os personagens, o estilo, redime o conceito de literatura. Conquistar a crítica como Menalton conquistou. Ser falado e comentado.

Ganhar logo um prêmio como o Jabuti, quando tem gente que escreve a vida inteira e nunca recebe; outros levam décadas para ganhar. Continuar imune às tentações, enfiado em sua casca, não contaminado pelas vaidades mundanas. Gente, se eu não tivese lido primeiro À sombra do cipreste, e agora Que enchente me carrega? duvidaria que Menalton existisse. Existe. E como escreve!"

Ignácio de Loyola Brandão 

terça-feira, 6 de setembro de 2016

QUE ENCHENTE ME CARREGA GANHA VERSÃO DIGITAL

A Primavera Editorial prepara mais um e-book de Menalton Braff: "Que enchente me carrega".

A edição impressa do livro foi lançada pela Palavra Mágica, em 2.000. Na ocasião, o escritor Ignácio de Loyola Brandão escreveu o seguinte comentário:

"Menalton Braff é uma bênção. Admiro este homem raro porque ele é uma estrela maior da literatura. Um escritor que escreve bem. Um homem que mudou o eixo de sua vida, se internou no interior e ali produz sua obra. Devo dizer, cria. Existir um escritor cuja preocupação é o texto, são as histórias, os personagens, o estilo, redime o conceito de literatura. Conquistar a crítica como Menalton conquistou. Ser falado e comentado.

Ganhar logo um prêmio como o Jabuti, quando tem gente que escreve a vida inteira e nunca recebe; outros levam dácadas para ganhar. Continuar imune às tentações, enfiado em sua casca, não contaminado pelas vaidades mundanas. Gente, se eu não tivese lido primeiro À sombra do cipreste, e agora Que enchente me carrega? duvidaria que Menalton existisse. Existe. E como escreve!"

sábado, 26 de setembro de 2015

BALANÇO DA 6ª FLISC



Conversa entre autores convidados, conversa com leitores de seus livros, conversa com o público em geral. Eis uma amostra do que tem sido (e cada vez melhor) a FLISC, que neste ano atingiu sua 6ª edição.

As crianças disputavam o autógrafo de seus autores preferidos com os livros na mão e os adultos não deixavam por menos.

As editoras estavam presentes, mas quem tomava conta dos estandes eram os próprios alunos do Colégio Camões (o nome já é significativo), mas o evento era estendido para toda a população.

E então a parte mais deliciosa. Estas crianças leram o Gambito, conversamos sobre o livro
longamente, depois me pediram que o autografasse. Nos fundos à esquerda, a profa. Maria Helena, que trabalhou o livro com os alunos, do outro lado a profa. Ana Carolina, sua assistente.

Legendas das fotos acima: 

1-Com meu amigo Loyola Brandão 
2- Semíramis  Paterno: "Mas eu sei o que vou fazer". E fez: uma oficina de ilustração. 
3- Na sala VIP (bela sala vip), um papo gostoso com o Ricardo Ramos filho, o que tem pedigree.

A seguir, outras fotos com escritores e com crianças.


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

MENALTON E LOYOLA JUNTOS NA 6ª FLISC

Hoje tem salão de ideias com Ignácio de Loyola Brandão e Menalton Braff 
na 6ª Feira do Livro de Santa Cruz (FLISC). 

Local: Colégio Camões, sala 15
Horário: 15h30
Duração: uma hora e meia




Amanhã, dia 25, Menalton participa de bate-papo com Dado Schneider. 


sábado, 19 de setembro de 2015

PÉ NA ESTRADA

Menalton Braff é um dos convidados da 6ª Feira do Livro de Santa Cruz, que será realizada no período de 23 a 25 de setembro, no Colégio Camões, em Santa Cruz do Rio Pardo.

Seu livro infantil Gambito será tema de uma oficina para crianças de até 10 anos, em sala ambientada com  o objetivo de despertar o interesse pela leitura, sob a coordenação das  professoras Maria Helena (4ºano EFI) e Ana Carolina PalkoA oficina será realizada nos dias 23, 24 e 25, a partir das 8h30, na sala 1, e terá duração de 45 minutos. 


No dia 24, às 15h30, na sala 15, haverá o Salão de Ideias Ignácio de Loyola Brandão e Menalton Braff, com duração de uma hora e meia.

Dia 25, Menalton participa de bate-papo com Dado Schneider.

        

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

VEIA BAILARINA (3)

No último domingo, 24/02/13, o grupo de leitura Dom Quixote reuniu-se para discutir o livro do mês: Veia Bailarina, do Ignácio de Loyola Brandão.

Não vai aqui um relatório exaustivo do que se constatou com a leitura, mas a opinião deste que vou escreve sobre pontos que lhe chamaram a atenção.

Não que fosse mero pretexto, a cirurgia, mas o autor vale-se da oportunidade para fazer um amplo balanço da vida brasileira, sobretudo da vida cultural do Brasil na época em que passou pelo terrível drama de descobrir-se aneurismático. A proximidade da morte, dizem, provoca tais balanços de maneira vertiginosa. Portanto, há uma articulação necessária e verossímil entre o tema principal e as digressões do autor.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

VEIA BAILARINA (3)

Domingo que vem, 24/02, será nosso encontro para comentar a leitura de Veia Bailarina, este belo depoimento do Ignácio de Loyola Brandão.

Depois de descobrir que realmente é portador de um aneurisma cerebral, inicia-se o período torturante e de hesitação entre a esperança de que não seja necessária uma cirurgia e o desengano dos médicos consultados. Mas a vida continua. Transcrevemos abaixo, alguns trechos exemplares:

Pág. 78 - "Nem parece que vivo numa cidade povoada por aneurismas mortais. De repente, com o revólver na mão, estoura à sua frente, na entrada de casa, no cruzamento das ruas, na saída do caixa eletrônico, sentado num bar. Tendo sorte, entrega-se a carteira, cartões magnéticos, cheques, relógios e pode ser que se saia ileso."

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

VEIA BAILARINA (2)

A primeira postagem sobre o livro saiu com o título LEITURA DO MÊS. Explico: nosso grupo de leitura escolhe um livro por mês, todos nós o lemos e no último domingo, das 9 às 11h, cada um dá suas impressões sobre o que leu.
Em fevereiro estamos lendo VEIA BAILARINA, deste senhor aí ao lado, o Ignácio de Loyola Brandão.
Passada uma semana, e para quem não se animou ainda a ler, resumo:

"O chão foi para o lado direito, inclinei-me para o esquerdo. Virei-me para o direito, o chão subiu. Quem está bêbado, o chão ou eu? Tolice sem graça. Ri desajeitado, acordo bem-humorado. Mal tinha ideia de que estava iniciando um período de vida que me levaria ao terror absoluto."

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

LEITURA DO MÊS

O Grupo de Leitura Dom Quixote, em sua reunião do último domingo de janeiro, escolheu como leitura para o mês de fevereiro o livro Veia bailarina, de Ignácio de Loyola Brandão.

Convido a todos vocês a acompanharem a leitura do livro. Semanalmente, sempre às terças-feiras, pretendo postar impressões do que está sendo lido.

Antecipo, para que não haja expectativas descabidas, que não se trata de obra ficcional, gênero que tornou o Loyola um escritor bastante conhecido. E reconhecido. É um depoimento auto-biográfico, leitura tão deliciosa quanto comovente.

Enfim, uma bela obra a revelar um belo ser humano.

Vale a pena ler.

sábado, 1 de dezembro de 2012

QUE ENCHENTE ME CARREGA?

INFORMAÇÕES PRESTADAS NESTA POSTAGEM:


  1. Dados do livro
  2. Preço
  3. Onde encontrar
  4. Breves comentários
  5. Orelha
  6. Fragmento


DADOS DO LIVRO

Título: Que enchente me carrega?
Editora: Palavra Mágica
Ano: 2.000

PREÇO: R$ 21,00 a R$ 28,00

ONDE ENCONTRAR:
Livraria Martins Fontes - Loja virtual
Livraria Saraiva - Loja virtual
Livraria Siciliano - Loja virtual

BREVES COMENTÁRIOS:

Por J. Martins,  Rádio Joinville Cultural FM 02/12/2012


"Li 'Que enchente me carrega?' de @Menalton_Braff. Vencedor do Jabuti 2000 de Contos, merece estar na lista dos melhores autores brasileiros."



Por Cris Gutkoski – Zero Hora – 11/12/00


"O novo livro do escritor gaúcho Menalton Braff, Que Enchente me Carrega?, injeta ânimo na literatura brasileira ainda carente de romances que dignifiquem as sofridas transformações  urbanas dos últimos 15 ou 20 anos."



Por Rogério Pereira e Paulo Polzonoff Jr. – Rascunho – fev. 2001

" 'Que Enchente me Carrega?' é um passeio, sem as belas imagens de cartões postais, pela solidão e incerteza do homem. Firmino não passa de um sapateiro, mas se diz artista. Não tem mais mulher. Bebe para esquecer. Uma história banal que ganha a força que só a boa literatura é capaz de proporcionar às histórias banais."



ORELHA
Por Ignácio de Loyola Brandão


"Menalton Braff é uma bênção. Admiro este homem raro porque ele é uma estrela maior da literatura. Um escritor que escreve bem. Um homem que mudou o eixo de sua vida, se internou no interior e ali produz sua obra. Devo dizer, cria. Existir um escritor cuja preocupação é o texto, são as histórias, os personagens, o estilo, redime o conceito de literatura. Conquistar a crítica como Menalton conquistou. Ser falado e comentado.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

OITO ANOS DEPOIS

Oito anos depois, meu cabelo cresceu e branqueou, o Loyola continua o mesmo garotão. Nunca mais fui patrono de nada, por isso não tive mais Arena Cultural. As fotos são da 3ª Feira do Livro de Ribeirão Preto, num tempo em que meu prestígio era maior. Em compensação, de lá pra cá nasceram uns dez livros ou mais, todos eles engendrados no silêncio do meu retiro. O ostracismo, às vezes, é benéfico.