Foi uma mulher que me deu o seio, por onde sorvi a vida; foi ela que, logo depois, me emprestou o ombro, onde busquei muitas vezes consolo. Foi também uma mulher, se bem que em botão, que me tirou o sono e o apetite, mas que me fez esperar ansiosamente pelo momento de chegar à escola. Foram muitas mulheres que me descortinaram o mundo, com seus mistérios, com suas
Blog de Literatura do escritor Menalton Braff, autor de 26 livros e vencedor do Prêmio Jabuti 2000.
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quinta-feira, 8 de março de 2018
DIA 8 DE MARÇO
Quando levantei, hoje cedo, tive a impressão de que alguma coisa
havia de diferente na natureza: as plantas brilhavam mais; o ar me pareceu mais
límpido; no céu, umas poucas nuvens brancas, postas ali de enfeite; as pessoas
sorriam; o universo era um hino de amor. Seria difícil de definir o que estava
acontecendo, não fosse hoje o dia 8 de março - o Dia da Mulher: a metade mais
bela do gênero humano. Então deixei lá fora as plantas, que brilham mais, e o
ar, que me pareceu mais límpido, porque eu também me senti melhor e quero
prestar minha homenagem às mulheres, às minhas e às de todo mundo.
Foi uma mulher que me deu o seio, por onde sorvi a vida; foi ela que, logo depois, me emprestou o ombro, onde busquei muitas vezes consolo. Foi também uma mulher, se bem que em botão, que me tirou o sono e o apetite, mas que me fez esperar ansiosamente pelo momento de chegar à escola. Foram muitas mulheres que me descortinaram o mundo, com seus mistérios, com suas
Foi uma mulher que me deu o seio, por onde sorvi a vida; foi ela que, logo depois, me emprestou o ombro, onde busquei muitas vezes consolo. Foi também uma mulher, se bem que em botão, que me tirou o sono e o apetite, mas que me fez esperar ansiosamente pelo momento de chegar à escola. Foram muitas mulheres que me descortinaram o mundo, com seus mistérios, com suas
sábado, 8 de março de 2014
CANTIGAS DE MULHERES
Cinzas -
Lilia Ripoll
Fadiga
– Mara Senna
Não! - Eliane Ratier
Negros
girassóis – Maria Olina
Nua e crua –
Flora Figueiredo
Uma tristeza
– Ruth do Carmo
Sensualismo –
Rita Mourão
Cinzas -
Lilia Ripoll
Cingida por sete palmas,
descerei à terra, um dia.
Violetas roxas no peito,
fronte branca e alma fria.
Cabelos longos caídos
e arrastados pelo vento.
Em todo o corpo um espanto
e um lúcido entendimento.
Teu claro nome sonoro
entre os lábios, apertado.
Luas negras nos meus olhos.
E um segredo inconfessado.
Postado por
Anônimo
às
14:19
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quinta-feira, 8 de março de 2012
8 DE MARÇO
Mulher
Quando levantei, hoje cedo, tive a impressão de que alguma coisa havia de diferente na natureza: as plantas brilhavam mais; o ar me pareceu mais límpido; no céu, umas poucas nuvens brancas, que ali foram postas à guisa de enfeite; as pessoas sorriam; o universo era um hino de amor. Seria difícil de definir o que estava acontecendo, não fosse hoje o dia 8 de março - o Dia da Mulher: a metade mais bela do gênero humano. Então deixei lá fora as plantas, que brilham mais, e o ar, que me pareceu mais límpido, porque eu também me senti melhor e quero prestar minha homenagem às mulheres, às minhas e às de todo mundo.
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