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terça-feira, 2 de abril de 2013

LEITURA DO MÊS



 Samuel Beckett (Dublin, 13 de abril de 1906 — Paris, 22 de dezembro de 1989) foi um dramaturgo e escritor irlandês.
Beckett é amplamente considerado como um dos escritores mais influentes do século XX.[1] Fortemente influenciado por James Joyce, ele é considerado um dos últimos modernistas. Como inspiração para muitos escritores posteriores, ele às vezes também é considerado um dos primeiros pós-modernistas. Ele é um dos escritores fundamentais, no que Martin Esslin chamou de "Teatro do absurdo".[2] Seu trabalho tornou-se cada vez mais minimalista em sua carreira mais tarde.
Recebeu o Nobel de Literatura de 1969. Utiliza nas suas obras, traduzidas em mais de trinta línguas, uma riqueza metafórica imensa, privilegiando uma visão pessimista acerca do fenômeno humano. É considerado um dos principais autores do denominado teatro do absurdo. Sua obra mais famosa tanto no Brasil como em Portugal é a peça Esperando Godot.


Pouca gente sabe que Samuel Beckett foi também romancista, tal a força de sua dramaturgia. Mas ele próprio, o autor, considerava-se melhor romancista do que dramaturgo.
Molloy, um de seus romances, foi o livro que o grupo escolheu para a leitura do mês de abril. Existe uma edição recente da Globo.

(continua)

domingo, 22 de abril de 2012

FRAGMENTO DE MOÇA COM CHAPÉU DE PALHA (2)


"Fechava um pouco os olhos, ameaçava dormir, mas a inveja me despertava. Como era possível que aquele pai estivesse ali a exibir a posse de um passado que jamais poderia pertencer-me? Seria, quem sabe, um teste a respeito do meu caráter? "


terça-feira, 17 de abril de 2012

FRAGMENTO DE MOÇA COM CHAPÉU DE PALHA (1)


Iniciamos, aqui, a publicação de fragmentos do livro Moça com chapéu de palha.


"Nas primeiras vezes em que sentimos o corpo latejar, procurávamos com pressa o motel mais próximo, qualquer um, e parecia-me que ambos aprendíamos a morrer um pouco naquela vertigem que se misturava a uma sensação ácida de clandestinidade...."

terça-feira, 6 de março de 2012

O TAPETE EM ARARAQUARA

Hoje, o Tapete de Silêncio será lançado em Araraquara.
Você são meus convidados.



CENAS DO LANÇAMENTO EM RIBEIRÃO

Embaixador Lauro Moreira
Carlucho e Nina vieram de Orlândia

O Daniel e a Anna também compareceram


Cumprimentando a Vera Regina, atrás o Paulo, da EBCT
 e ao lado meu amigo Sérgio Lago, ex-secretário da cultura de RP

O casal Bertha e Marco Zeri, ao lado a Adriana Silva,
Secretária da Cultura do município de RP

Um belo grupo: Fatu, Tina, Tereza, Mariza
 e uma senhora que não conheço

Waldemar Caixe, militante dos direitos humanos,
o segundo da fila
O casal Edna e Saulo Gomes (repórter)
 e quase de costas o vice-reitor da UNI-SEB, o Dr. Arthus

A Fatu, diretora da Oficina Cultural Candido Portinari

Meus amigos de Orlândia, Dr. Carlucho e Nina

O casal Mariângela e Paulo Quartim de Moraes

A Mariza e a Tina me deram um refresco para descansar

Meu amigo o professor Tabaco (Evandro) que não via há muitos anos

Serrana também foi representada.

A Eliane Ratier, poetisa e coordenadora
do Núcleo de Ribeirão Preto da UBE

O casal da psicanálise: Dra. Lenise e seu marido, o Dr. David

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

MENALTON NO LEITURAS DA TV SENADO

Meus caros,

Minha entrevista para o Maurício Melo Júnior, da TV Senado, estará passando na própria, nos dias 28/1 às 19h e 29/1 às 11h. TV Senado é canal 118 da Sky.

Um abraço
Menalton

Para assistir à chamada do programa, clique aqui.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

SHORT STORIES


Um leito macio

Arnaldo ofegava ao depositar as compras da
padaria na calçada. Já sinto o peso do corpo, ele pensou enquanto batia as mãos
nos bolsos da calça e do paletó para descobrir o molho de chaves. Depois de
abrir a pesada porta de ferro com vidros em caixilhos, juntou da calçada as
compras e olhou os trinta e dois degraus de escada até o primeiro andar. Teria outro tanto até chegar a seu apartamento.
Subia contando os degraus e de vez em quando se atrapalhava na contagem por causa da
respiração. O suor empastara o cabelo, inundava os olhos - visão precária.
Tentou por algum tempo atingir cada degrau primeiro com a perna direita. Mas
cansou. A esquerda era mais fraca, mas teve de sacrificá-la. Parou. Ficou com
medo de que as compras caíssem na escada: não as sentia mais nas mãos.
Esboçou um pedido de ajuda. O pedido não se completou.
Um bando de aves passou levando-o para as nuvens, onde o depositaram num leito
macio.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

De volta ao lar

Estou de volta, mas ainda em ritmo de férias. Como havia dito, talvez um conto ou dois neste final de ano. Saiu apenas um. Não tenho por que produzir mais do que a vontade, e nestes tempos costumo ser bastante preguiçoso. Mas o contato com meus amigos, ah, isso não dispenso. Já estamos em 2012, um ano que não deverá apresentar grandes surpresas e que, entretanto, deverá ser um ano bom. Beijos para todos.